A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte da juíza Mariana Ferreira, de 34 anos, após um procedimento de fertilização in vitro realizado em uma clínica de reprodução assistida em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

O caso foi registrado como morte suspeita e morte acidental. Agora, os investigadores apuram se a magistrada sofreu uma complicação rara decorrente do procedimento ou se houve possível falha médica durante o atendimento.
Segundo informações iniciais, Mariana realizou a coleta de óvulos durante a manhã e recebeu alta no mesmo dia. No entanto, após retornar para casa, começou a sentir fortes dores e mal-estar. Por isso, voltou à clínica para uma nova avaliação.
Durante o atendimento, os médicos identificaram uma hemorragia. Em seguida, a juíza foi transferida para uma maternidade da cidade, onde passou por cirurgia e permaneceu internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Apesar dos esforços da equipe médica, o quadro clínico se agravou rapidamente. Durante a madrugada de quarta-feira, Mariana sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e não resistiu.
A Polícia Civil deve investigar se houve erro médico, negligência ou se a morte ocorreu em razão de uma complicação considerada rara nesse tipo de procedimento.
O Blog do Mogiano entrou em contato com a clínica Invitro, localizada na região central de Mogi das Cruzes, em busca de um posicionamento oficial. Em nota, a clínica informou que seguiu todos os protocolos médicos e afirmou que está colaborando com as investigações conduzidas pelas autoridades.
O caso segue sob investigação no 1º Distrito Policial de Mogi das Cruzes.




