Leandro de Araújo de Sá de Oliveira, que se tornou diácono depois de um crime fatal, foi assassinado a tiros na noite de terça-feira (28) em Ferraz de Vasconcelos
Relembre o caso de 2018
Seis anos antes, em 2018, Leandro atropelou e matou o sargento da Polícia Militar Samuel Marques Ambrósio. O acidente ocorreu na Avenida Tibúrcio de Souza, quando o policial tentou parar o veículo que Leandro dirigia em alta velocidade. Ele ignorou a ordem de parada, atingiu o sargento e fugiu do local, mas foi interceptado e preso pela PM. Na época, o carro pertencia a um primo de Leandro, que alegou que ele “surtou” antes de acelerar.
Execução
Na noite de terça-feira, Leandro foi alvo de uma emboscada no bairro Tanquinho, na mesma cidade onde havia ocorrido o atropelamento. Ele e a esposa haviam deixado os filhos na casa do pai dele antes de irem a uma pizzaria a convite de um pastor.
Ao sair do carro, Leandro foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta, que dispararam diversas vezes sem anunciar assalto. A esposa relatou à polícia que ele não havia recebido ameaças recentes.
Investigação e repercussão
O caso foi registrado como homicídio e está sob investigação da Polícia Civil, que busca identificar os autores do crime. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) foi acionado para fornecer informações sobre eventuais processos contra Leandro, mas ainda não respondeu.
Nas redes sociais, a Assembleia de Deus SM, de Ferraz de Vasconcelos, lamentou a morte do ex-diácono em publicações







